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Rei Leão: teoria sugere que Mufasa foi vítima de canibalismo

Conhecido por ser uma das produções mais grandiosas da história da Disney, o filme O Rei Leão (1994) conta a história do jovem Simba até assumir o trono das Terras do Reino deixadas para trás por seu pai Mufasa, que foi brutalmente assassinado e traído por seu irmão Scar ao longo da trama.

Entretanto, uma nova teoria criada pelo TikToker Christian Jones tem deixado os fãs da franquia completamente intrigados com o que teria acontecido com o cadáver de Mufasa após cair do desfiladeiro. Segundo Jones, existem indícios de que o antigo rei teria sido vítima de canibalismo como forma de afirmação de liderança entre a espécie.

O ataque de Scar

(Fonte: Walt Disney Pictures/Reprodução)
(Fonte: Walt Disney Pictures/Reprodução)

A morte de Mufasa é uma das cenas mais marcantes já apresentadas por uma produção da Walt Disney Pictures e também é responsável por colocar Scar no hall dos vilões mais malvados já produzidos pelo estúdio de cinema. Porém, seria ele capaz de devorar o cadáver de seu próprio irmão?

Na visão de Christian, a teoria é completamente palpável. Através de uma série de pesquisas sobre os animais retratados na película, ele descobriu que as hienas não costumam comer carniça assim com tanta frequência, enquanto os leões são conhecidos por realizar atos de canibalismo para reafirmar dominância.

Além disso, uma das cenas subsequentes a morte de Mufasa serviria como prova para as ações de Scar. Enquanto o pássaro Zazu canta a música “Eu tenho uma dúzia de cocos”, é possível ver o vilão brincar com o que seria o crânio de um leão, o qual teria sido retirado do corpo de seu irmão morto.

Explicações biológicas

(Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay/Reprodução)

Por mais sádico e maléfico que Scar possa ser, o caso de canibalismo parece ser muito mais improvável no filme quando comparado com a vida real. Mesmo que as hienas de fato cacem a maior parte dos seus alimentos por conta própria, elas não se opõem a se alimentar de carniça.

Além disso, a região do Quênia — onde o longa é retratado — serve de casa para diversas espécies de abutres, as quais ficariam extremamente felizes de ter uma refeição vasta como os restos mortais de Mufasa. 

Quanto ao canibalismo, é verdade que os leões ocasionalmente matam e se alimentam de filhotes de uma alcateia ao assumirem o comando, mas raramente costumam devorar seus rivais adultos. Por fim, o crânio apresentado na cena com Zazu mais se parece com o de um babuíno do que ao de um felino.

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