Os 6 insetos-praga mais destruidores

Há quem tenha medo, nojo e asco de insetos, enquanto outros nem se incomodam com a existência deles. Mas, para ambos os grupos, a verdade é uma só: ninguém considera os insetos como animais intimidadores — o que podemos garantir, pode ser um erro.

Os ecossistemas surgem para viver em equilíbrio, isto é, animais predadores precisam de limites, caso contrário podem causar inúmeros problemas à sociedade. E, quando isso acontece, os insetos assumem o posto de pragas, pois causam um grande dano econômico. É por essa razão que precisamos estar atentos aos efeitos nocivos da presença indiscriminada deles. Venha conosco e conheça 6 desses insetospraga mais destruidores.

1. Mosca-lanterna-pintada

(Fonte: Matt Rourke/AP)(Fonte: Matt Rourke/AP)

Nem vamos negar que, visto de longe, parece um animalzinho bonito e colorido. O problema é que esse inseto invasor originário da China e da Coreia do Norte tem causado imensos problemas aos Estados Unidos. Não se sabe como chegou lá, mas desde 2014 deixa o país em alerta.

Inofensiva para nós, humanos, e também a outros animais, a mosca-lanterna-pintada é devastadora para plantações de frutas, videiras, plantas ornamentais e madeiras nobres, como carvalho e nogueira. Os estragos estimados são de bilhões de dólares, o que levou o governo americano a pedir: se encontrar um, mate.

2. Percevejo marrom

(Fonte: Promip)(Fonte: Promip)

Poucos insetos são tão devastadores quanto o percevejo marrom. Ele é uma das principais pragas da agricultura brasileira, responsável por danos em lavouras, especialmente a de soja. Sem prevenção, pode acabar com até 60% do potencial produtivo, resultando em grãos de baixa qualidade.

Ainda que não seja a única espécie de percevejo a atacar a soja, é a responsável pelos danos mais severos à planta. Nos Estados Unidos, esta pequena praga causou prejuízos estimados em US$ 37 milhões apenas em 2010.

3. Psilídeo

(Fonte: Mike Lewis/CISR/UC Riverside)(Fonte: Mike Lewis/CISR/UC Riverside)

O psilídeo é um inseto responsável por transmitir as bactérias que causam o greening, a pior doença da citricultura nos tempos atuais. Ele mede entre 2 e 3 centímetros e vive em plantas da família Rutaceae.

Sua origem está no continente asiático e foi identificado no Brasil na década de 1940, tendo sido considerada uma praga a partir de 2004, em virtude dos danos causados pela transmissão da bactéria causadora do greening.

4. Broca cinza-esmeralda

(Fonte:  Wikimedia Commons)(Fonte:  Wikimedia Commons)

Nativo da Ásia, a broca cinza-esmeralda, que num breve olhar é um inseto até bonitinho, chegou às Américas na década de 1990 por meio de embalagens de madeira. Assim, tornou-se uma praga responsável por aniquilar centenas de árvores na região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos.

A broca cinza-esmeralda é, na verdade, um besouro alongado que pode atingir até 1,5 centímetro e adora perfurar freixos para consumir a parte interna da casca. Nos EUA, 30 estados já afirmaram ter problema com o inseto, que deve ser combatido para impedir uma devastação maior das florestas.

5. Cupim de Formosa

(Fonte: Scott Bauer/US Department of Agriculture)(Fonte: Scott Bauer/US Department of Agriculture)

Cupim de Formosa é a espécie mais agressiva do tipo subterrâneo deste inseto. Também de origem na China, é uma praga extremamente destrutiva, em especial pelo grande tamanho de suas colônias e pela capacidade de consumir madeira em ritmo acelerado.

Uma única colônia de cupins de Formosa pode conter milhões de indivíduos. Quando detectada sua presença, há um alerta imediato, já que representa sérias ameaças às estruturas próximas. E tem mais: até hoje, nenhuma área em que foram encontrados conseguiu erradicá-los.

6. Mariposa-cigana

(Fonte: Les Gibbon/Alamy)(Fonte: Les Gibbon/Alamy)

A mariposa-cigana chegou à América do Norte de forma acidental. É uma praga de diferentes espécies de árvores e arbustos. As fêmeas da mariposa-cigana podem botar centenas de ovos, que ao se tornarem lagartas destroem onde estão, conseguindo desfolhar uma árvore por completo.

Quando isso ocorre, a árvore fica mais suscetível a doenças, o que pode levar à morte de grandes áreas de florestas. Como esta espécie de inseto pode voar longas distâncias, elas se espalham rapidamente, causando bastante receio. Em 2020, um surto no estado americano de Washington levou pânico à região.

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