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Menino engole 54 ímãs para magnetizar a barriga

Um estudante de 12 anos residente na Grande Manchester, na Inglaterra, viveu uma experiência que pode ser classificada entre filme de X-Men e terror alucinante: para saber se seu corpo poderia se tornar magnético, ele resolveu engolir dezenas de ímãs que havia ganhado de presente de Natal.

Rhiley Morrison, aluno do sétimo ano que supostamente sofre de Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), engoliu nada menos do que 54 ímãs para ver se uma placa de cobre ficaria grudada em sua barriga, e também como as bolinhas magnéticas ficariam ao sair “do outro lado”.  

Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução
Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução

O drama começou quando o “filhote de Magneto” acordou sua mãe, Paige, às duas horas da manhã do dia 5 de janeiro, para informar que havia engolido, por acidente, dois ímãs há alguns dias, mas que eles ainda não haviam passado pelo seu sistema digestivo. 

Preocupada, Paige levou o garoto ao Salford Royal Hospital, onde um raio-X mostrou que havia bem mais do que dois ímãs dentro dele. Mais tarde, a cirurgia realizada no Royal Manchester Children’s Hospital, revelou 54 ímãs no intestino do garoto.

As consequências da perigosa experiência de Rhiley

Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução
Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução

O experimento de Rhiley pode ser considerado como uma quase tragédia: ele teve que passar dez dias absolutamente imóvel, vomitando um líquido verde causado por um vazamento intestinal, não podia ir ao banheiro e era alimentado todo o tempo por um tubo.

Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução
Fonte: Kennedy News and Media/Reprodução

Além disso, o estudante correu um sério risco segundo os médicos: as esferas poderiam ter colidido umas com as outras e rasgado o intestino dele, acabando por produzir uma sepse, com trágicas consequências, inclusive a morte. Paige diz que agradece a Deus pelo filho ter contado sobre o que fez, pois ele não estava até então sentindo nenhuma dor.

Quando Rhiley teve alta em 21 de janeiro, ainda continuou tomando antibióticos por mais uma semana, para se prevenir de possíveis infecções. A mãe resolveu compartilhar toda a história nas mídias sociais, inclusive com identificação do nome, para que nenhuma criança tente fazer uma experiência semelhante e passe pelas mesmas provações.

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