Conheça 7 profissões que foram extintas

Se tem uma coisa assustadora é pensar que, num futuro tão longe assim, muito empregos podem desaparecer. Graças às mudanças sociais e ao desenvolvimento de tecnologias, muitos ofícios que conhecíamos não existem mais, ou estão prestes a serem extintas.

Mas o fato é que certas profissões já desapareceram com o tempo, em um processo que é, de certa forma, inevitável. Por isso, preparamos esta lista para que você conheça 7 profissões que não existem mais.

1. Telefonista

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

Os celulares são praticamente inseparáveis da vida de todos nós. Mas num passado não tão remoto assim, ter um telefone em casa era um luxo. Isto porque o serviço era caro, raro e dependia da intermediação de vários profissionais. Um deles era o telefonista, que fazia a conexão entre a pessoa que ligava e o destinatário da ligação. Era uma profissão normalmente exercida por mulheres e que se extinguiu ainda antes dos anos 1980.

2. Datilógrafo

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

E se disséssemos que poderia existir uma profissão de pessoas encarregadas de digitar no computador coisas ditas ou escritas por outros? Pois bem, não muito tempo atrás não tínhamos computador, a única forma de escrever algo sem ser à mão era usando um aparelho chamado máquina de escrever.

E operar esta máquina de forma eficiente exigia, inclusive, cursos de profissionalização. O datilógrafo era uma pessoa capaz de “digitar” nesta máquina de forma rápida e sem erros. Essa profissão, obviamente, acabou junto com a extinção da máquina — que hoje é usada praticamente como objeto de decoração.

3. Leitor de fábrica

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

Quem gosta de ler certamente adoraria esse emprego. No século XIX, algumas fábricas contratavam pessoas para ler histórias e notícias em voz alta para entreter outros trabalhadores enquanto eles desempenhavam suas funções. Era uma forma de distrair os operários do caráter extremamente maçante e repetitivo do seu trabalho.

4. Soda jerk

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

Servir refrigerantes em uma lanchonete já foi um trabalho. A profissão era chamada de “soda jerk”, e consistia em criar e servir milk-shakes, refrigerantes e sorvetes, a partir de ingredientes como xaropes, malte, leite e água. Calcula-se que, nas décadas de 1930 e 1940, meio milhão de norte-americanos tinham esta profissão.

Uma curiosidade: antes de a cocaína se tornar uma substância proibida, em 1914, não era incomum que um soda jerk misturasse cocaína e cafeína nas suas fórmulas. Para a sorte dos consumidores, só a cafeína seguiu sendo usada.

5. Leiteiro

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

Eis outra profissão extinta pelas mudanças na vida social — em especial, pela transição de regiões rurais para as urbanas. O leiteiro era um sujeito que entregava leite fresco diretamente na porta das casas das famílias, todos os dias.

Com a popularização das geladeiras e dos processos de pasteurização do leite, este hábito de consumir leite fresco foi se extinguindo e, como ele, a profissão do leiteiro. Ainda assim, há lugares em que o leite continua sendo comercializado desta forma.

6. Coletor de sanguessugas

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

A sangria é um tratamento médico usado até hoje para certas situações de saúde — como a hemocromatose, a policitemia vera e a poliglobulia. Ela consiste na retirada de um pouco de sangue do paciente, num processo semelhante à doação.

Acontece que, até o fim do século XIX, a sangria costumava ser feita com sanguessugas. Isto mesmo: os doentes recebiam vermes de água doce que grudavam na sua pele para sugar um pouco de sangue. Os coletores de sanguessuga, portanto, tinham o inglório trabalho de catar esse animal na natureza. Para atrair os bichos, eles costumavam usar a própria pele ou as pernas de cavalos velhos.

7. Frenologista

(Fonte: Reprodução)(Fonte: Reprodução)

Por fim, uma profissão que desapareceu por motivos meio óbvios: ela se baseava em uma pseudociência. O frenologista era um sujeito que analisava protuberâncias nos crânios das pessoas para detectar suas habilidades e seu caráter. Esta “filosofia” era claramente racista: normalmente, os estudiosos da frenologia acreditavam que os crânios das pessoas brancas provavam que elas eram mais evoluídas e menos propensas a crimes do que as pessoas de outras raças.

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