6 fatos interessantes sobre a vagina

Muitos mitos e desinformações são contados a respeito da vagina. Por exemplo, muitas pessoas acreditam que o hímen só pode se romper durante a primeira relação sexual feminina, quando, na verdade, essa membrana também pode se romper durante outras atividades — como exercícios físicos de alta intensidade. 

E isso é apenas uma das informações incorretas que podemos escutar a respeito desse tema. Portanto, para que possamos separar o que é ficção e o que é fato, nós trouxemos seis fatos interessantes e verdadeiros a respeito da vagina para você aprender mais. Olha só!

1. Órgão genital feminino

(Fonte: Shutterstock)(Fonte: Shutterstock)

É comum que as pessoas chamem o órgão genital feminino como um todo de “vagina”. A verdade, porém, é que a parte externa das partes íntimas das mulheres é chamada de vulva. Essa parte inclui os lábios internos e externos, o clitóris, o capuz do clitóris e a abertura para a uretra e a vagina.

A vagina que todos chamam, na realidade, é um canal do órgão que se estende do colo do útero à vulva. Ela também faz parte do sistema reprodutor feminino, colo do útero, útero, ovários e trompas de Falópio.

2. Suplementos probióticos

(Fonte: Shutterstock)(Fonte: Shutterstock)

Probióticos, usados para ajudar na digestão e combater a diarreia e a inflamação intestinal, nada mais são do que “bactérias amigas” utilizadas para o tratamento de outras bactérias. Porém, alguns estudos dizem que o uso de probióticos pode ajudar contra infecções vaginais. 

Existem pacientes com infecções vaginais crônicas, como infecções fúngicas, que apresentam melhoras consideráveis apenas com o uso de probióticos. Porém, vale ressaltar que cada caso precisa de acompanhamento médico e não deve ser tratado de forma generalizada.

3. Vulnerabilidade da vagina

(Fonte: Shutterstock)(Fonte: Shutterstock)

A vagina é considerada um órgão autolimpante e mesmo o surgimento de algum corrimento é tido como normal pelos médicos. Entretanto, isso não significa que ela não seja vulnerável. Por esse motivo, corrimentos excessivos, dolorosos, irritantes ou com odor muito desagradável devem ser avaliados pelos médicos.

Um erro comum é tentar diagnosticar uma infecção por conta própria e usar medicamentos de venda livre sem precedentes confiáveis. Mesmo que esse corrimento possa ser considerado normal, uma consulta ao médico pode te dar a confirmação necessária.

4. Sexo é saudável

(Fonte: Shutterstock)(Fonte: Shutterstock)

O corpo das mulheres sofre várias alterações hormonais ao longo da vida para manter a vagina saudável, isso inclui o parto, a amamentação e até mesmo a menopausa. Tudo isso é função do estrogênio, que ajuda a manter a vagina saudável e lubrificada. Quando os níveis de estrogênio caem, a vagina pode ficar seca e às vezes até ser uma fonte de dor.

Porém, alguns especialistas garantem que fazer sexo regularmente ajuda a manter a vagina saudável por mais tempo. O coito vaginal seguro aumenta a dilatação da vagina e diminui os riscos de novas infecções. 

5. Fonte de bactérias

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É normal que a vagina tenha bactérias, isso inclui bactérias boas e ruins. Por exemplo, os lactobacilos mantêm a acidez da vagina na faixa normal. O problema, entretanto, é que o equilíbrio entre os tipos de bactérias existentes na região da vagina pode ser interrompido.

Quando isso ocorre, as mulheres podem experimentar mais corrimentos com odor forte, ter sensação de coceira ou queimação. Por esse motivo, os médicos recomendam que as áreas sem pelos sejam lavadas apenas com água para não desequilibrar o microbioma.

6. Tamanho do clitóris

(Fonte: Shutterstock)(Fonte: Shutterstock)

O clitóris possui 8 mil terminações nervosas — aproximadamente o mesmo número encontrado no final do pênis — e, por isso, é a fonte do prazer sexual feminino. Ele nada mais é do que um pequeno órgão rosa que fica sob o capuz do clitóris, que existe como uma camada de proteção para essa área tão sensível.

É comum que ele seja visto pelas pessoas como um órgão bem pequeno, mas a verdade é que ele se estende pela vagina por 9 a 11 cm. Mesmo assim, o clitóris é um órgão externo.

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